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A Regaleira, Porto Menu do restaurante, preços e opiniões

Podemos dizer queDaniel David da Silva, por homenagem à mulher francesa, assim decidiu o nome dasua criação. Vale sobretudo pelo "valor histórico" – foi aqui que nasceu a francesinha, e não é má de todo, mas cara. Com o bufete fase cheio e o santiago tambem , o taxista recomendou-me a regaleira .. Maldita a hora , umas pataniscas de entrada – 5 euros , francesinha que nao sabia a nada – 9,50, um roubo.

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Quem conta a história é Francisco Passos, um criminólogo de 27 anos descendente dos fundadores da Regaleira e que em 2014 assumiu com o irmão a gestão do restaurante. Diz a lenda que Antônio Passos foi a França e lá conheceu um barman. E graças a este encontro fortuito que a Regaleira entrou para a história da cidade. Na França, Antônio Passos descobriu um dia um barman num hotel, achou-o extraordinário e convidou-o para vir trabalhar com ele. O barman era Daniel David da Silva, um homem que tinha saído de Terras de Bouro à procura de melhor vida.

  • Os portuenses já estão tão habituados ao sabor que estranham quando ela não está presente.
  • O restaurante é famoso pelo seu molho, mas também pelo espaço amplo e acolhedor.
  • Ocupado com os outros negócios familiares, Antônio Passos tornou-se sócio de dois dos seus empregados, Manuel Ferreira e Augusto Marinho.
  • Fizeram da Regaleira um restaurante dealta, sempre em vista a cozinha tradicional portuguesa e o atendimentoclássico.
  • Para sobremesa, há bolos caseiros, que variam de dia para dia.

Restaurante A Regaleira em Porto

Só mais tarde é que começou a ser servida nas refeições”, afirma Francisco Passos. E sempre que é pedida, a história do nascimento do mais conhecido e apreciado dos sanduiches portuguesas é contada. “A maior parte das vezes, são os empregados que a contam e as pessoas ficam contentes por estarem no local onde a Francesinha nasceu”. É por isso que o Regaleira está começando um pequeno espaço expositivo sobre a história do petisco e do próprio restaurante. Daniel começa a trabalhar no Regaleira e, inspirado pela francesa “Croque Monsieur” resolve criar um sanduiche novo, aproveitando as carnes e os defumados portugueses e inventando um molho de sabor forte e picante.

Felizmente para a tradição portuense, esta casa abriu em 1943 e conseguiu sobreviver até à atualidade oferecendo continuamente as francesinhas (8,60€) mais tradicionais. Alias, é o único restaurante francesinha regaleira melhor café que confeciona este prato como ele foi pela primeira vez vendido ao público. Muitas são as receitas e as formas de fazer Francesinhas, desde a qualidade das “carnes” as bebidas alcoólicas obrigatórias no molho alaranjado.

A receita original da francesinha, com o molho secreto e a perna de porco assada, mantém-se até hoje. Prometemos que esta francesinha vale o desvio a Canelas, em Vila Nova de Gaia. É cozinhada em forno a lenha e conta-se que o dono, antes de abrir este espaço em 1995, andou um mês a provar os diferentes molhos que já existiam pela cidade e arredores. A grande particularidade da francesinha aqui servida é que sai do forno com o molho a borbulhar e com o queijo gratinado, fundindo-se no fundo do prato.

A francesinha nasceu no Porto, mas rapidamente se espalhou por outras cidades do Norte, ganhando sotaques próprios. Braga e Vila Real são dois bons exemplos de como a receita evoluiu sem perder a alma. Cada cidade dá o seu toque ao molho, ao tipo de carne e até à forma de servir. Fato ou folclore, a verdade é que a francesinha conquistou os portuenses. Daniel David da Silva acabou por se reformar e regressar à sua terra natal, mas a criação dele ganhou vida própria. O restaurante A Regaleira manteve-se como a “casa-mãe” da francesinha durante décadas, ostentando o título de inventor.

Mas o prato que rouba o nome ao restaurante, pega nela e acrescenta-lhe ainda um hambúrguer e cebola caramelizada, para os mais corajosos. Há ainda a opção com bife de frango, com camarões e com bife picado em pão bijou. O Santa Francesinha destaca-se ainda pela sua francesinha 100% vegan, com bifinhos de seitan, enchidos vegetais e cogumelos Portobello, uma das mais populares neste campo. Ganha sobretudo pontos à conta do seu molho, com bastantes fãs pela cidade. O negócio começou com um restaurante pequeno no Candal, depois nasceu esta casa na Madalena e, entretanto, já são ao todo cinco espaços, não só em Vila Nova de Gaia e no Porto, mas também em Lisboa.

Mas a escassez
é só no espaço, porque a comida é bem servida e a simpatia dos donos transborda por todos os lados. Na carta, simples e directa, encontra francesinhas que levantam a moral num dia chuvoso, com ou sem ovo, e batatas a acompanhar. De aspecto rústico e guloso, a sandes vem regada com um molho picante e as batatas fritas enxutas são cortadas à mão e fritas na hora.

O Leandro é quem dá nome à Salsicharia Leandro, com talho no Mercado do Bolhão. No Porto, toda a gente reconhece ao Talho do Leandro a qualidade dos enchidos de produção própria, sobretudo da linguiça e da salsicha fresca. Fora o queijo, as francesinhas fazem-se de muitos pormenores. Uma das razões para preferir a francesinha do Francesinha Café foi a fatia cortada finamente. Na maioria das sandes, não quero comer muito pão ou, pelo menos, não quero que o pão torne a mastigação fastidiosa. "Isto é um assunto muito sério", alertou-me a jornalista Teresa Castro Viana, mal nos sentámos no Bufete Fase.

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